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Consumo de gás natural aumenta

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O consumo de gás natural no mercado brasileiro em fevereiro deste ano subiu 3,2% na comparação com janeiro. Com isso, a demanda do produto cresceu 8,8% no primeiro bimestre de 2015, comparativamente aos dois primeiros meses do ano passado.

Os dados fazem parte do levantamento estatístico divulgado hoje (31) pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). Segundo a Abegás, o aumento de consumo foi puxado pelo avanço do consumo automotivo, que, comparado a janeiro, registrou alta de 3,4% em fevereiro.

Os dados indicam que o gás natural fechou o segundo mês do ano com um consumo médio de 80,6 milhões de metros cúbicos por dia (m³/dia) e expansão de 12,4% na extensão da rede distribuição. O volume de consumidores cresceu 8,4%. Hoje, são mais de 2,6 milhões em todo país, atendidos por mais de 28,4 mil quilômetros de rede de distribuição.

De acordo com o presidente da Abegás, Augusto Salomon, o aumento da procura pelo gás natural veicular (GNV) é por causa do reajuste da gasolina e do etanol, uma vez que, em fevereiro, o GNV chegou a vale menos 38% que a gasolina e 16% o etanol.

Para Salomon, o setor de gás natural veicular deve dobrar o consumo do produto em todo o país. “Além de mais econômico, o custo por quilômetro rodado é 61% mais barato que a gasolina e 59% que o etanol. É um combustível ambientalmente mais amigável. É 20% menos poluente que gasolina e 15% menos que o etanol”, disse.

Segundo ele, o segmento residencial também contribuiu para o aumento do uso do gás natural. Após o período de sazonalidade de janeiro, ele voltou a subir, com alta de 12,5% em fevereiro, comparado a janeiro de 2015, e 10,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Registrando recuperação nos dois primeiros meses do ano, os segmentos comercial e industrial cresceram 6,5% e 2,4%, respectivamente. O despacho termelétrico, que vem puxando o aumento do consumo desde o ano passado, segue em alta. Na comparação com o mês anterior, o aumento atingiu 3,3% no consumo das térmicas. Comparado ao primeiro bimestre de 2015 com o do ano anterior, o aumento alcançou 26,8%.

Da Agência Brasil.